segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
O Thunderbolt representa o fim do USB?
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O Thunderbolt representa o fim do USB?
(http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/02/28/o-thunderbolt-representa-o-fim-do-usb)
Por Dan Frakes e Dan Moren, Macworld.com
Publicada em 28 de fevereiro de 2011 às 13h23
Esclarecemos as principais dúvidas sobre esta nova tecnologia para conexão de periféricos a PCs e Macs
O anúncio dos novos modelos de MacBook Pro também marcou a estréia de uma nova tecnologia para conexão entre periféricos e computadores, batizada de Thunderbolt. Desenvolvida em conjunto pela Intel e Apple, ela promete revolucionar o mercado da informática da mesma forma que o USB fez há uma década e deverá estar presente em PCs de todos os fabricantes. Aqui está tudo o que você precisa saber sobre este novo padrão.
O que é o Thunderbolt?
Thunderbolt (também conhecida como Light Peak) é uma nova tecnologia para conexão entre computadores e periféricos, desenvolvida pela Intel com a colaboração da Apple e que combina dados, vídeo, áudio e energia em um único cabo. Baseado nos padrões DisplayPort e PCI Express, o Thunderbolt permite conexões de altíssima velocidade a periféricos como discos rígidos, arrays RAID, sistemas de captura de vídeo e interfaces de rede, e também pode transmitir vídeo em alta-definição usando o protocolo DisplayPort. Cada porta Thunderbolt também oferece até 10 W de energia para os periféricos conectados.
Todos os computadores terão Thunderbolt?
A idéia é popularizar ao máximo a tecnologia. A Intel diz estar “colaborando com toda a indústria em uma gama de dispositivos compatíveis, incluindo computadores, monitores, dispositivos de armazenamento, câmeras, docking stations e mais”. E além da Apple empresas como a Aja, Apogee, Avid, Blackmagic, LaCie, Promise e Western Digital já anunciaram sua adoção ao padrão.
Com os novos MacBooks a Apple é a pioneira no lançamento e está adotando o Thunderbolt em toda sua linha de portáteis MacBook Pro, mesmo no modelo mais barato. Portanto, é provável que ao longo do ano a tecnologia se espalhe por todos os outros produtos da empresa.
O Thunderbolt irá substituir o FireWire e USB?
Talvez, embora isso possa levar muito tempo. O Thunderbolt é uma tecnologia novinha em folha, e como tal levará algum tempo até que seja tão comum quanto portas USB e FireWire. Espera-se que ela seja amplamente adotada por fabricantes nos próximos anos, mas não espere que ela substitua o USB até que a maioria dos periféricos mais populares tenha conectores Thunderbolt.
O mais provável é que as tecnologias ainda convivam por um bom tempo. Como nos PCs modernos, que ainda tem portas PS/2 para teclado e mouse quando a maioria dos periféricos atuais já usa USB, ou um conector VGA para monitores quando boa parte do mercado já migrou para DVI e HDMI.
Qual a diferença entre Thunderbolt e Light Peak?
Light Peak era simplesmente o codinome da Intel para o Thunderbolt enquanto a tecnologia estava em desenvolvimento. São nomes diferentes para a mesma coisa. Um detalhe digno de nota, entretanto, é que embora o Thunderbolt tenha sido projetado para permitir o uso tanto de conexões ópticas quanto elétricas, a implementação da Apple nos MacBooks atuais usa apenas circuitos elétricos, que permitem que a porta também transmita energia aos dispositivos conectados.
A Intel espera que a maioria dos fabricantes use conexões elétricas por causa desta vantagem e por seu custo menor. Conexões ópticas só serão usadas quando cabos maiores do que três metros forem necessários.
E onde entra o PCI Express?
PCI Express é um protocolo de alta velocidade usado para conectar internamente muitos dos componentes de seu computador, como a placa de vídeo ou discos SSD. Você pode pensar no PCI Express como uma “via expressa” (o barramento) que permite transferir dados de forma rápida e eficiente entre vários “locais” (os componentes). O Thunderbolt é baseado no PCI Express e oferece uma conexão direta ao barramento, um dos motivos pelos quais consegue um desempenho tão impressionante.
Diagrama de um sistema
equipado com Thunderbolt
Qual é a velocidade?
Em teoria, incrivelmente alta. Um “canal” Thunderbolt pode trafegar dados a até 10 Gigabits por segundo (10 Gbps), e cada porta tem dois canais. O Thunderbolt é bidirecional, ou seja, pode enviar e receber informações ao mesmo tempo. Mesmo que o desempenho na prática seja estimado em 8 Gbps, o Thunderbolt é muitas vezes mais rápido que o Firewire 800 (800 Mbps - Megabits por segundo) e USB 3.0 (480 Mbps). Também é significativamente mais rápido que as conexões eSATA encontradas em muitos novos PCs, usadas para a ligação de HDs e drives ópticos externos.
Claro que, assim como nas interfaces de alta velocidade atuais, o desempenho de cada dispositivo conectado será quase sempre muito menor graças a limitações dos próprios dispositivos. Por exemplo, a maioria dos HDs SATA não passa dos 3 Gbps, e mesmo HDs SATA 3.0 são limitados a 6 Gbps em teoria. Da mesma forma, se não conectado corretamente um dispositivo mais lento colocado no meio de uma “cadeia” de dispositivos Thunderbolt pode prejudicar o desempenho de tudo o que estiver conectado depois dele.
Quais as vantagens do Thunderbolt sobre as conexões atuais, como FireWire, USB, eSATA e afins?
A maior e mais óbvia vantagem é o desempenho. Mas outro ponto importante é que já que o Thunderbolt suporta dados, vídeo, áudio e energia, você pode usar uma única porta (e um único cabo) para conectar vários periféricos. Isso, claro, desde que você tenha periféricos e adaptadores suficientes.
Que tipo de conector físico o Thunberbolt usa?
Convenientemente, o Thunderbolt usa o mesmo conector Mini DisplayPort já usado em Macs para conexão a monitores externos. De fato, os novos MacBooks incluem apenas uma porta Thunderbolt, não há mais uma porta Mini DisplayPort separada.
E como vou plugar meu monitor novo se não há porta Mini DisplayPort?
Você o pluga na porta Thunderbolt, ou nas portas Thunderbolt de outros aparelhos ligados ao computador. O controlador Thunderbolt dentro dele se encarrega de todo o resto: identificar que o que está plugado é um monitor e enviar os sinais apropriados para os locais certos.
Como os recursos de áudio e vídeo do Thunderbolt se comparam ao DisplayPort?
Cada porta ThunderBolt inclui tanto conexões DisplayPort quanto PCI Express. Ou seja, ela pode lidar com vídeo e áudio da mesma forma que uma porta DisplayPort padrão. Quando o assunto é vídeo a principal limitação é a placa de vídeo.
Por exemplo, os novos MacBooks suportam monitores externos com resolução de até 2560 x 1600 pixels em milhões de cores além de sua própria tela LCD, em modo “espelhado” ou como um segundo monitor. Em um computador desktop com uma GPU mais poderosa uma porta Thunderbolt poderia suportar dois monitores de alta-resolução. Você pode plugar um monitor com conexão Mini DisplayPort a ela diretamente, ou um monitor com conexão DisplayPort, HDMI, DVI ou VGA se usar um adaptador.
O Thunderbolt é compatível com USB e FireWire?
Fabricantes irão produzir adaptadores que devem chegar às lojas a partir de abril e permitirão conectar dispositivos USB, FireWire 400 e FireWire 800 a portas Thunderbolt. Mas estes dispositivos não irão ficar mais rápidos por causa disso: eles ainda serão limitados pelo desempenho de seus componentes internos e projeto original. Um HD FireWire 800 não poderá transmitir dados a mais que 800 Mbps, por exemplo.
E quanto a outros tipos de conectores?
Como mencionamos antes, o Thunderbolt pode transportar dados, áudio, vídeo, pacotes de rede e energia, portanto esperamos ver adaptadores com conectores Ethernet ou de áudio (assim como já acontece com o USB). Talvez cheguemos a ver cabos que puxem energia de uma porta Thunderbolt, o que seria útil na hora de conectar um HD externo USB ou Firewire e dispensar fontes externas.
Posso conectar múltiplos dispositivos a uma porta Thunderbolt?
Você pode conectar até seis aparelhos a cada porta Thunderbolt encadeando-os - conecte o primeiro à porta, o segundo ao primeiro e assim por diante. Claro, isso exige que cada aparelho na “cadeia” tenha duas portas: uma para o aparelho “à frente” na cadeia e outra para o aparelho atrás.
Conectar múltiplos dispositivos degrada o desempenho, como acontece com o USB 2.0?
Ao contrário do USB 2.0, onde a conexão de um dispositivo USB 1.0 degrada a performance de todo o barramento, o Thunderbolt foi projetado para lidar com múltiplos dispositivos com vários níveis de desempenho sem afetar o canal como um todo.
Entretanto os dispositivos ainda compartilham da banda total do canal, o que pode limitar o desempenho de um dispositivo em particular se múltiplos dispositivos estiverem transferindo grandes quantidades de dados ao mesmo tempo, mas o desempenho do canal Thunderbolt por si só não deve ser afetado.
Como a conexão de dispositivos não-Thunderbolt (com adaptadores) afeta o desempenho?
Depende. Se você conectar estes dispositivos ao fim da “cadeia”, eles não devem afetar o desempenho dos restantes. Mas se eles forem conectados ao meio dela, a forma de conexão importa.
Por exemplo, se você usar dois adaptadores FireWire para Thunderbolt para colocar um HD FireWire no meio de uma cadeia, o desempenho do resto dos aparelhos após ele será limitado pelo barramento FireWire, que não pode transmitir dados tão rapidamente quanto o Thunderbolt.
Entretanto, é provável que vejamos adaptadores e hubs especializados que preservem o desempenho da cadeia Thunderbolt ao mesmo tempo em que fornecem conexões USB, FireWire, Ethernet, de vídeo ou de áudio. Eles poderão variar de simples adaptadores em forma de T a HUBs aos quais poderão ser ligados vários dispositivos legados ao mesmo tempo. Ao usar um destes adaptadores, o desempenho da cadeia deverá ser preservado.
Até que os adaptadores estejam disponíveis, usuários de Macs tem que tomar o cuidado de colocar seus monitores como o último dispositivo da cadeia, porque os novos MacBooks tem só uma porta Thunderbolt e os monitores atuais, mesmo os com conectores DisplayPort, não tem uma forma de passar dados para outros dispositivos. Isso será um incômodo se você quiser, por exemplo, conectar temporariamente um HD Thunderbolt, já que precisará desconectar o monitor.
Mas suspeitamos que, por um bom tempo, com exceção dos monitores a maioria dos usuários irá preferir conectar seus periféricos já existentes diretamente às portas USB, FireWire, Ethernet e de áudio de seus computadores, evitando a complicação de lidar com adaptadores.
Já existem periféricos Thunderbolt no mercado?
O padrão acabou de ser anunciado, e embora vários fabricantes tenham anunciado periféricos compatíveis, nenhum deles está nas lojas. A Promise anunciou o Pegasus Thunderbolt Technology DAS, um array RAID externo com baias para 4 ou 6 discos, e a LaCie anunciou uma versão Thunderbolt de sua linha de HDs portáteis Little Big Disk que tem dois HDs ou discos SSD. Estes e outros periféricos Thunderbol estarão disponíveis (nos EUA) até meados deste ano.
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A laicidade do Estado laico: todos os credos ao invés de nenhum
A propósito do debate sobre a retirada de símbolos religiosos das repartições públicas, alerto para a interpretação equivocada daqueles que propugnam tal medida. O Estado é laico, isso é o óbvio, mas a laicidade não se expressa na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos. Em um país que teve formação histórica-cultural cristã é natural que haja na parede um crucifixo e isso não configura discriminação alguma. Ao contrário, o pensamento deletério e a ser combatido é a intolerância religiosa que se expressa quando alguém desrespeita ou se incomoda com a opção e o sentimento religioso alheio, o que inclui querer eliminar os símbolos religiosos. Nessa toada, como prenuncia o poema "No caminho, com Maiakóvski", o culto e devoção terão que ser feitos em sigilo, sempre sob a ameaça de que alguém poderá se ofender com a religião do próximo. Nesse passo, eu, protestante e avesso às imagens (é notório o debate entre protestantes e católicos a respeito das imagens esculpidas de Santos), tive a ocasião de ver uma funcionária da Vara Federal onde sou Titular colocar sobre sua mesa uma imagem de Nossa Senhora de Aparecida. Vi tal ato com respeito, vez que cada um escolhe sua linha religiosa. A imagem não me ofendeu, mas sim me alegrou por viver em um país onde há liberdade de culto. Quando vejo o crucifixo na sala de audiências não me ofendo por (segundo minha linha religiosa) haver ali uma "imagem esculpida", mas reconheço nele a recordação de nossa natural e abençoada diversidade religiosa. O crucifixo nas Cortes é, por sinal, uma salutar advertência sobre os erros judiciários e os riscos de os magistrados atenderem aos poderosos mais do que à Justiça. Além disso, se a medida for levada a sério, deveríamos também extinguir todos os feriados religiosos, mudar o nome de milhares de ruas e municípios e, ad reductio absurdum, demolir símbolos e imagens, a exemplo, que identificam muitas das cidades brasileiras, incluindo-se no cotidiano popular de homens e mulheres estratificados em variados segmentos religiosos. Ao meu sentir, as pessoas que tentam eliminar os símbolos religiosos têm, elas sim, dificuldade de entender e respeitar a diversidade religiosa. Então, valendo-se de uma interpretação parcial da laicidade do Estado, passam a querer eliminar todo e qualquer símbolo, e por consequência, manifestação de religiosidade. Isso sim é que é intolerância.
Os católicos que começaram este país deixaram sua fé cristalizada. Querer extrair tais vestígios afronta o nosso legado histórico. Em certo sentido, querer sustentar que o Estado é laico para retirar os Santos e Cristos crucificados não deixaria de ser uma modalidade de oportunismo de quem não sabe conviver com a religião dos outros. Todos se recordam do lamentável episódio em que um mau religioso chutou uma imagem de Nossa Senhora. Não é menos agressivo não chutar a Santa mas valer-se do Estado para torná-la uma refugiada, uma proscrita. Indo além, tal viés ataca todos os símbolos de todas as religiões, menos uma. Sim, uma: a "não religião", e é aqui que reside meu principal argumento contra a moda de se atacar a presença de símbolos religiosos em locais públicos.
A recusa à existência de Deus não é uma opção neutra, mas uma nova modalidade religiosa. Se por um lado temos um ateísmo como posição filosófica onde não se crê na(s) divindade(s), modernamente tem crescido uma vertente antiteísta. Esta nova vertente tem seus profetas, seus livros sagrados e dogmas, faz proselitismo, busca novos crentes (que nessa vertente de fé são os que optam por um credo que crê que não existe Deus algum). Como em todos os credos, há ateus educados e cordatos, e outros nem tanto. Há uma linha intolerante e, como ocorre em todas as religiões iniciantes ou pouco amadurecidas, mostra-se virulenta e desrespeitosa no ataque às demais. Nesse passo, apresenta outra característica de algumas religiões, a arrogância, prepotência e desprezo à capacidade intelectual dos que não seguem o mesmo credo.
O principal profeta dessa religiosidade invertida (mas nem por isso deixando de ser uma manifestação religiosa) é Richard Dawkins, autor do livro " Deus, um Delírio". Ele está envolvido, como qualquer profeta, na profusão de suas ideias, fazendo palestras e livros, concedendo entrevistas e fazendo suas "cruzadas". A Campanha Out é uma proselitista em favor do ateísmo, tem seu símbolo (o "A"escarlate) e produz camisetas, jaquetas, adesivos, e broches vendidos pela loja online, cuja renda se destina à Fundação Richard Dawkins para a Razão e a Ciência (RDFRS).
Algo não muito diferente de outros profetas e credos. Naturalmente, Dawkins e seus seguidores têm todo o direito de pensarem e professarem qualquer fé ou a falta dela, mas só porque não creem em um Deus, não estão menos sujeitos aos valores, princípios e leis que, se não nos obrigam à fraternidade, ao menos nos impõem a respeitosa tolerância. Não se pode identificar em qualquer símbolo religioso um inimigo nem se tentar cooptar a laicidade do Estado para proteger sua própria linha de pensamento.
Discutir os símbolos religiosos é mais fácil do que enfrentar a distribuição de renda, a fome, injustiça e a desigualdade social. Talvez mexer com os religiosos seja mais simples, divertido e seguro, mas certamente não mostra a capacidade de escolher prioridades. Vale lembrar que católicos, judeus, evangélicos, espíritas e muçulmanos, e bom número de ateus gastam suas energias ajudando os necessitados. Nosso país, salvo raras e desonrosas exceções, é palco de feliz tolerância religiosa.
A eliminação dos símbolos religiosos atende aos desejos de uma vertente religiosa perfeitamente identificada, e o Estado não pode optar por uma religião em detrimento de outras. A solução correta é tolerar e conviver com as diversas manifestações religiosas, incluindo Jesus, Buda, Maomé, Allan Kardec, São Jorge etc., sem que ninguém deva se ofender com isso. Por fim, acaso fosse possível uma opção, não poderia ser pela visão da " minoria" mas da "maioria". O "respeito às minorias" já está razoavelmente assimilado, mas isso não inclui o direito à tirania da minoria.
Em suma, espero que deixem este crucifixo, tão católico apostólico romano quanto é, exatamente onde ele está. A laicidade aceita todas as religiões ao invés de persegui-las ou tentar reduzi-las a espaços privados. Eu, protestante e empedernidamente avesso às imagens esculpidas, as verei nas repartições públicas e saudarei aos católicos, que começaram tudo, à liberdade de culto e de religião, à formação histórica desse país e, mais que tudo, ao fato de viver num Estado laico, onde não sou obrigado a me curvar às imagens, mas jamais seria honesto (ou laico, ou cristão, ou jurídico) me incomodar com o fato de elas estarem ali.
Obs.: A versão integral desse artigo está disponível em www.williamdouglas.com.br
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Marinha do Brasil abre 2.200 vagas às Escolas de Aprendizes-Marinheiros
O presente Processo Seletivo destina-se ao preenchimento de 2.200 vagas.
Das Inscrições:
A inscrição é obrigatória para todos os candidatos e deverá ser realizada, em nível nacional, preferencialmente via Internet, no endereço eletrônico www.ensino.mar.mil.br, entre às 8h00 do dia 1º de fevereiro até às 23h59 do dia 28 de fevereiro de 2011, horário oficial de Brasília-DF, ou pelo próprio candidato nos dias úteis entre 1º de fevereiro a 28 de fevereiro de 2011, das 8h30 às 16h30 nas Organizações Militares da Marinha Responsáveis pela Divulgação (ORDI), nas cidades do Rio de Janeiro-RJ, São Pedro da Aldeia-RJ, Angra dos Reis-RJ, Nova Friburgo-RJ, Vila Velha-ES, Salvador-BA, Natal-RN, Olinda-PE, Fortaleza-CE, Belém-PA, São Luis-MA, Rio Grande-RS, Porto Alegre-RS, Florianópolis-SC, Ladário-MS, Brasília-DF, São Paulo-SP, Manaus-AM, Santos-SP.
O valor da taxa de inscrição será de R$ 12,00, e deverá ser efetuado até a data do vencimento.
O candidato poderá retornar ao local de inscrição, entre o 5º e o 10º dia útil subsequente ao pagamento, com o boleto bancário pago, para receber o comprovante de inscrição, ou imprimi-lo acessando a página oficial da DEnsM, no site, no link "Concursos".
O Processo Seletivo é constituído das seguintes etapas:
a) Prova Escrita Objetiva única, de caráter eliminatório e classificatório, com 50 questões de conhecimentos gerais de Matemática, Português e Ciências; e
b) Eventos complementares, de caráter eliminatório, constituídos de:
I) - Seleção Psicofísica (SP);
II) - Teste de Suficiência Física (TSF); e
III) - Verificação de Dados Biográficos (VDB) - Fase preliminar.
Será eliminado do Processo Seletivo o candidato que deixar de comparecer a qualquer dos eventos programados, ainda que por motivo de força maior ou caso fortuito.
O candidato deverá estar no local de realização da Prova Escrita, na data de 26 de abril de 2011, com a antecedência necessária, observando que os portões de acesso aos locais de realização da prova serão abertos às 7h30 e fechados às 8h40 (horário de Brasília). Após o fechamento dos portões, o limite para se apresentar na Sala ou Setor para identificação, será até às 9h00. A prova terá início às 10h00 (horário de Brasília) e duração de 4 horas. Os candidatos que chegarem ao local de realização da prova após o fechamento dos portões serão considerados eliminados.
O candidato deverá portar consigo o comprovante de inscrição e um documento oficial de identificação, original, com fotografia, dentro da validade, caneta esferográfica azul ou preta, lápis e borracha. Caso a prova venha a ser realizada em estádios de futebol ou ginásios o candidato deverá também portar prancheta.
O prazo de validade do Processo Seletivo e aproveitamento de candidatos reservas terminará na data do encerramento do Período de Adaptação.